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Pedir
orientações exatas ao médico sobre alguma medicação ou procedimento que
o bebê possa precisar. Caso o bebê necessite de uma medicação, é recomendável
manter sempre anotados os dados mais importantes (nome, dosagem correta,
período em que deve ser administrado). Jamais pratique a automedicação!
Entender
como acontece o desenvolvimento do bebê nesta etapa.
Buscar
informações sobre as vacinas necessárias antes do bebê sair da UTI e nos
próximos meses.
Informar-se
sobre as melhores práticas do dia a dia do bebê, como, por exemplo, a melhor
posição para que ele seja colocado no berço, como deve ser o banho e a alimentação
neste primeiro período.
Se o
bebê necessita de cuidados suplementares como um monitor de oxigênio mesmo
após a ida para casa, é importante que a família aprenda a utilizar corretamente
o equipamento.
A prática
dos cuidados fundamentais com o bebê prematuro pode ser adquirida ainda
no hospital, sob orientação de profissionais especializados. Aprender com
segurança as ações simples como trocar a roupa, as fraldas e dar o banho
aumentam a confiança sobre como realizar estas mesmas tarefas quando o bebê
for para casa.
A higiene
é fundamental para a saúde do bebê e da família. Nos casos de bebês prematuros
é ainda mais importante. A atenção, por exemplo, para que todos que forem
lidar com o bebê lavem as mãos, pode prevenir uma série de pequenos problemas.
O bebê
dará sinais para a família, que deve estar sempre atenta para compreender
as mensagens de fome, cansaço, sono.
É comum
que a família receba muitas visitas quando o bebê vai para casa. No caso
dos prematuros, é importante verificar com o médico se o bebê já está preparado
e qual é o momento mais adequado para que isso aconteça. Assim como, a partir
de que período o bebê já pode ser levado a lugares públicos.
Manter
informações básicas sobre os cuidados do bebê anotadas em um lugar que todos
conheçam, pode ajudar bastante não apenas no dia a dia, mas também em casos
mais urgentes. Informações como um telefone de referência para um caso mais
grave, os medicamentos que o bebê pode precisar e sintomas mais comuns geralmente
são muito úteis para quem cuida diariamente do bebê.
| CASOS
HABITUAIS COM OS QUAIS A FAMÍLIA NÃO PRECISA SE PREOCUPAR |
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CASOS
EM QUE A FAMÍLIA DEVE ENTRAR EM
CONTATO COM O MÉDICO IMEDIATAMENTE |
| Soluços |
Se o bebê apresenta febre acima de 37,5º
C e tem menos de seis meses de idade |
| Espirros |
Dorme muito pouco, ou nada, durante duas noites seguidas. |
| Golfada ocasional |
Exibe sinais de desidratação (tem olheiras,
apatia, boca seca e faz xixi menos vezes ou de cor amarelo escuro
ou acastanhado) |
| Esforço ao evacuar (desde que as fezes sejam moles) |
Teve uma convulsão (atividade elétrica anormal do
cérebro que pode estar associada a movimentos musculares involuntários) |
| Bocejos ou leve tremor do queixo ou dos lábios |
Estiver com seus intestinos sem funcionar há mais de três
dias |
| Gases intestinais |
Tem pintas roxas na pele que se assemelham a bolhas de sangue |
| "Agitação nervosa" dos braços
e das pernas quando chora |
Tem febre com inchaço de articulações (ou não
movimenta um ou mais membros) |
| Ligeira congestão das narinas em ambientes secos |
Tem alteração considerável na respiração
(suas narinas se dilatam quando respira; respira essencialmente pela
boca; o seu peito se retrai; tem secreção no nariz e/ou
tosse freqüentemente) |
Glossário
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